Como consultar mandado de prisão por CPF ou nome
É possível consultar mandado de prisão pelo CPF ou nome no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). Com a JUDIT, empresas também podem incluir essa verificação em operações de compliance, KYC, due diligence e análise de contrapartes.
A consulta está disponível pela JUDIT Plataforma, para equipes que preferem uma interface no-code, e pela JUDIT API, para empresas que precisam integrar os dados aos próprios sistemas.
Além do CPF e do nome, a API permite pesquisar pelo Registro Judiciário Individual, o RJI atribuído no BNMP.
Um mandado de prisão é uma ordem judicial. Portanto, o resultado não deve ser interpretado isoladamente nem transformado em uma decisão automática sobre a pessoa consultada.
O que é a consulta de mandados de prisão?
A consulta permite verificar mandados de prisão e recaptura registrados no BNMP.
Na JUDIT API, os resultados seguem um modelo JSON padronizado. Dessa forma, a empresa pode usar as informações em sistemas de onboarding, plataformas de compliance, motores de risco, CRMs, ERPs e aplicações próprias.
A consulta cobre mandados:
- Preventivos
- Temporários
- Definitivos
- De recaptura
Além disso, a JUDIT permite solicitar o PDF do mandado quando o documento estiver disponível.
Como consultar mandado de prisão pelo CPF?
O CPF é um dos identificadores aceitos pela JUDIT API.
Quando o documento está disponível e seu uso é compatível com a finalidade da consulta, ele ajuda a reduzir ambiguidades na identificação.
Mesmo assim, a equipe deve conferir:
- Nome e demais dados identificadores
- Tipo do mandado
- Status da ordem
- Data de emissão
- Data de validade
- Regime de cumprimento
- Contexto da decisão
O resultado deve funcionar como ponto de partida para uma análise, não como conclusão automática.
Como consultar mandado de prisão pelo nome?
A JUDIT API também permite consultar mandados pelo nome completo.
Essa alternativa ajuda quando o CPF não está disponível. No entanto, nomes semelhantes e homônimos podem gerar resultados que exigem validação adicional.
Por isso, antes de usar a informação, confirme se o resultado corresponde à pessoa pesquisada. Sempre que possível, combine o nome com outros elementos de identificação.
O que é a consulta por RJI?
RJI é o Registro Judiciário Individual atribuído à pessoa no BNMP.
Na JUDIT API, a consulta pode usar o RJI como identificador. Nesse caso, o parâmetro search_type deve receber o valor "rji" e o campo search_key deve conter a numeração correspondente.
Quais informações a consulta retorna?
De acordo com a documentação da JUDIT API, a resposta pode incluir:
Os dados retornam em uma estrutura padronizada. Assim, a empresa não precisa interpretar diferentes páginas nem desenvolver um tratamento específico para cada fonte.
Como consultar pela JUDIT Plataforma
A JUDIT Plataforma atende equipes que precisam consultar e analisar informações sem desenvolver uma integração.
A solução reúne, no mesmo ambiente:
- Mandados de prisão ativos
- Execuções penais do SEEU
- Listas internacionais de sanções
- Consultas processuais
- Histórico processual
- Dados cadastrais
- Filtros avançados
- Exportações em CSV, Excel e PDF
- JUDIT IA para análise das informações em linguagem natural
Com isso, a equipe consegue combinar dados processuais, cadastrais e criminais sem alternar entre várias ferramentas.
A Plataforma também permite realizar consultas em lote, aplicar filtros aos resultados e gerar relatórios para continuar a análise fora do ambiente da JUDIT.
Testar a JUDIT PlataformaComo automatizar com a JUDIT API
A JUDIT API atende operações que precisam consultar dados em escala e devolver os resultados diretamente aos sistemas da empresa.
A consulta de mandados utiliza o serviço de requisições assíncronas:
POST https://requests.production.judit.io/requestsA autenticação ocorre pelo header api-key.
Exemplo de consulta por CPF:
{
"search": {
"search_type": "cpf",
"search_key": "999.999.999-99",
"response_type": "warrant"
},
"with_attachments": false
}Para solicitar o PDF do mandado, altere o parâmetro:
{
"with_attachments": true
}Também é possível informar uma callback_url HTTPS para receber o resultado por webhook.
Caso a empresa não utilize webhook, a resposta pode ser recuperada pelo endpoint:
GET /responses?request_id={request_id}Como o fluxo é assíncrono, a criação da consulta retorna primeiro um request_id. Esse identificador permite acompanhar e recuperar o resultado posteriormente.
Antes de implementar, confira os parâmetros e exemplos atualizados na documentação da consulta de mandados de prisão.
Conhecer a JUDIT APIComo a consulta entra em uma operação de compliance?
A consulta pode fazer parte do onboarding ou da revisão periódica de uma contraparte.
Um fluxo possível seria:
- A empresa recebe os dados da pessoa;
- O CPF, nome ou RJI é enviado para consulta;
- A JUDIT retorna as informações estruturadas;
- O sistema aplica as regras internas;
- Os casos relevantes seguem para revisão humana;
- A decisão e os critérios utilizados ficam registrados.
Esse modelo reduz consultas manuais e melhora a rastreabilidade da operação.
Além disso, a empresa pode combinar a consulta de mandados com outros dados disponíveis no ecossistema da JUDIT, como processos judiciais, execuções penais, dados cadastrais e listas internacionais de restrição.
Onde a consulta pode ser utilizada?
Compliance e KYC
A empresa pode verificar mandados ativos relacionados a uma contraparte durante o onboarding ou em revisões periódicas.
Due diligence de sócios e administradores
A consulta pode complementar a análise de pessoas ligadas a uma empresa antes de contratos, parcerias ou investimentos.
Escritórios de advocacia
Advogados podem verificar ordens em aberto antes de audiências, atendimentos ou definição da estratégia de um caso.
Defensorias e assistência jurídica
A consulta ajuda a identificar ordens em aberto e permite solicitar o PDF do mandado.
Produtos e plataformas digitais
Legaltechs, empresas de compliance e desenvolvedores podem integrar os dados da JUDIT aos próprios produtos sem manter coletores para diferentes fontes.
Plataforma ou API: qual escolher?
A escolha depende do volume e do fluxo da operação.
Escolha a Plataforma quando:
- A equipe precisa consultar sem programar
- O uso é pontual ou realizado por analistas
- Os resultados precisam ser visualizados em um painel
- A empresa deseja aplicar filtros e exportar relatórios
- A análise combina dados processuais, cadastrais e criminais
Escolha a API quando:
- A consulta precisa acontecer dentro de outro sistema
- Existe alto volume de pesquisas
- A empresa precisa receber dados em JSON
- O retorno deve alimentar um motor de risco, CRM, ERP ou software próprio
- A operação utiliza webhooks
- A empresa precisa automatizar consultas e análises
As duas soluções fazem parte do mesmo ecossistema de dados. A principal diferença está na forma de acesso e no nível de automação.
Boas práticas para usar os resultados
Antes de realizar a consulta, a empresa deve definir:
- A finalidade da verificação
- Quem poderá acessar os dados
- Em quais situações o resultado será relevante
- Como os casos serão revisados
- Por quanto tempo as informações serão armazenadas
- Como possíveis erros ou divergências serão corrigidos
Além disso, o resultado não deve ser usado isoladamente. Um mandado pode apresentar diferentes modalidades, status e contextos.
Por isso, valide a identidade da pessoa, a situação da ordem e a relação da informação com a finalidade da análise.
Perguntas frequentes
É possível consultar mandado de prisão apenas pelo nome?
Sim. A JUDIT API aceita consultas pelo nome. Entretanto, a equipe precisa verificar possíveis homônimos antes de usar o resultado.
A consulta pode ser feita pelo CPF?
Sim. O CPF é um dos tipos de busca aceitos na consulta de mandados da JUDIT API.
O que é RJI?
RJI é o Registro Judiciário Individual atribuído à pessoa no BNMP. A JUDIT API também aceita esse identificador.
A API retorna o PDF do mandado?
Sim. Para solicitar o PDF, envie o parâmetro with_attachments com o valor true.
A consulta acontece em tempo real?
A consulta de mandados utiliza o fluxo assíncrono da JUDIT API. A requisição gera um identificador e o resultado pode ser recuperado posteriormente ou enviado por webhook.
É possível receber a resposta por webhook?
Sim. O payload pode incluir uma callback_url HTTPS para o recebimento da resposta.
A JUDIT também consulta execuções penais?
Sim. A JUDIT possui uma consulta específica de execuções penais, além da consulta de mandados de prisão.
A Plataforma permite exportar os resultados?
Sim. A JUDIT Plataforma permite exportar consultas e relatórios em CSV, Excel ou PDF, conforme os recursos disponíveis no plano utilizado.
Leve dados processuais, cadastrais e criminais para sua operação.
Use a Plataforma para uma experiência no-code ou integre a API aos seus sistemas.





