Consultar Mandados de Prisão por CPF ou Nome

Viatura policial com luzes de emergência representando consulta de mandado de prisão por CPF ou nome no BNMP.

Neste artigo

Quer saber como a JUDIT pode ajudar seu negócio?

Neste artigo

Pular para o conteúdo
CONSULTA CRIMINAL PARA EMPRESAS

Como consultar mandado de prisão por CPF ou nome

É possível consultar mandado de prisão pelo CPF ou nome no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). Com a JUDIT, empresas também podem incluir essa verificação em operações de compliance, KYC, due diligence e análise de contrapartes.

A consulta está disponível pela JUDIT Plataforma, para equipes que preferem uma interface no-code, e pela JUDIT API, para empresas que precisam integrar os dados aos próprios sistemas.

Além do CPF e do nome, a API permite pesquisar pelo Registro Judiciário Individual, o RJI atribuído no BNMP.

!
Importante

Um mandado de prisão é uma ordem judicial. Portanto, o resultado não deve ser interpretado isoladamente nem transformado em uma decisão automática sobre a pessoa consultada.

01

O que é a consulta de mandados de prisão?

A consulta permite verificar mandados de prisão e recaptura registrados no BNMP.

Na JUDIT API, os resultados seguem um modelo JSON padronizado. Dessa forma, a empresa pode usar as informações em sistemas de onboarding, plataformas de compliance, motores de risco, CRMs, ERPs e aplicações próprias.

A consulta cobre mandados:

  • Preventivos
  • Temporários
  • Definitivos
  • De recaptura

Além disso, a JUDIT permite solicitar o PDF do mandado quando o documento estiver disponível.

02

Como consultar mandado de prisão pelo CPF?

O CPF é um dos identificadores aceitos pela JUDIT API.

Quando o documento está disponível e seu uso é compatível com a finalidade da consulta, ele ajuda a reduzir ambiguidades na identificação.

Mesmo assim, a equipe deve conferir:

  • Nome e demais dados identificadores
  • Tipo do mandado
  • Status da ordem
  • Data de emissão
  • Data de validade
  • Regime de cumprimento
  • Contexto da decisão

O resultado deve funcionar como ponto de partida para uma análise, não como conclusão automática.

03

Como consultar mandado de prisão pelo nome?

A JUDIT API também permite consultar mandados pelo nome completo.

Essa alternativa ajuda quando o CPF não está disponível. No entanto, nomes semelhantes e homônimos podem gerar resultados que exigem validação adicional.

Por isso, antes de usar a informação, confirme se o resultado corresponde à pessoa pesquisada. Sempre que possível, combine o nome com outros elementos de identificação.

04

O que é a consulta por RJI?

RJI é o Registro Judiciário Individual atribuído à pessoa no BNMP.

Na JUDIT API, a consulta pode usar o RJI como identificador. Nesse caso, o parâmetro search_type deve receber o valor "rji" e o campo search_key deve conter a numeração correspondente.

05

Quais informações a consulta retorna?

De acordo com a documentação da JUDIT API, a resposta pode incluir:

01Tipo do mandado
02Modalidade da prisão
03Status da ordem
04Lei e artigos relacionados
05Data de emissão
06Data de validade
07Regime de cumprimento
08Duração da pena, quando informada
09Dados de identificação disponíveis
10Indicação de mandado de recaptura
11Resumo da decisão ou despacho
12PDF do mandado, quando solicitado

Os dados retornam em uma estrutura padronizada. Assim, a empresa não precisa interpretar diferentes páginas nem desenvolver um tratamento específico para cada fonte.

06

Como consultar pela JUDIT Plataforma

A JUDIT Plataforma atende equipes que precisam consultar e analisar informações sem desenvolver uma integração.

A solução reúne, no mesmo ambiente:

  • Mandados de prisão ativos
  • Execuções penais do SEEU
  • Listas internacionais de sanções
  • Consultas processuais
  • Histórico processual
  • Dados cadastrais
  • Filtros avançados
  • Exportações em CSV, Excel e PDF
  • JUDIT IA para análise das informações em linguagem natural

Com isso, a equipe consegue combinar dados processuais, cadastrais e criminais sem alternar entre várias ferramentas.

A Plataforma também permite realizar consultas em lote, aplicar filtros aos resultados e gerar relatórios para continuar a análise fora do ambiente da JUDIT.

Testar a JUDIT Plataforma
07

Como automatizar com a JUDIT API

A JUDIT API atende operações que precisam consultar dados em escala e devolver os resultados diretamente aos sistemas da empresa.

A consulta de mandados utiliza o serviço de requisições assíncronas:

POST https://requests.production.judit.io/requests

A autenticação ocorre pelo header api-key.

Exemplo de consulta por CPF:

{
  "search": {
    "search_type": "cpf",
    "search_key": "999.999.999-99",
    "response_type": "warrant"
  },
  "with_attachments": false
}

Para solicitar o PDF do mandado, altere o parâmetro:

{
  "with_attachments": true
}

Também é possível informar uma callback_url HTTPS para receber o resultado por webhook.

Caso a empresa não utilize webhook, a resposta pode ser recuperada pelo endpoint:

GET /responses?request_id={request_id}

Como o fluxo é assíncrono, a criação da consulta retorna primeiro um request_id. Esse identificador permite acompanhar e recuperar o resultado posteriormente.

Antes de implementar, confira os parâmetros e exemplos atualizados na documentação da consulta de mandados de prisão.

Conhecer a JUDIT API
08

Como a consulta entra em uma operação de compliance?

A consulta pode fazer parte do onboarding ou da revisão periódica de uma contraparte.

Um fluxo possível seria:

  1. A empresa recebe os dados da pessoa;
  2. O CPF, nome ou RJI é enviado para consulta;
  3. A JUDIT retorna as informações estruturadas;
  4. O sistema aplica as regras internas;
  5. Os casos relevantes seguem para revisão humana;
  6. A decisão e os critérios utilizados ficam registrados.

Esse modelo reduz consultas manuais e melhora a rastreabilidade da operação.

Além disso, a empresa pode combinar a consulta de mandados com outros dados disponíveis no ecossistema da JUDIT, como processos judiciais, execuções penais, dados cadastrais e listas internacionais de restrição.

09

Onde a consulta pode ser utilizada?

01

Compliance e KYC

A empresa pode verificar mandados ativos relacionados a uma contraparte durante o onboarding ou em revisões periódicas.

02

Due diligence de sócios e administradores

A consulta pode complementar a análise de pessoas ligadas a uma empresa antes de contratos, parcerias ou investimentos.

03

Escritórios de advocacia

Advogados podem verificar ordens em aberto antes de audiências, atendimentos ou definição da estratégia de um caso.

04

Defensorias e assistência jurídica

A consulta ajuda a identificar ordens em aberto e permite solicitar o PDF do mandado.

05

Produtos e plataformas digitais

Legaltechs, empresas de compliance e desenvolvedores podem integrar os dados da JUDIT aos próprios produtos sem manter coletores para diferentes fontes.

10

Plataforma ou API: qual escolher?

A escolha depende do volume e do fluxo da operação.

SEM CÓDIGO

Escolha a Plataforma quando:

  • A equipe precisa consultar sem programar
  • O uso é pontual ou realizado por analistas
  • Os resultados precisam ser visualizados em um painel
  • A empresa deseja aplicar filtros e exportar relatórios
  • A análise combina dados processuais, cadastrais e criminais
Conhecer a Plataforma
PARA INTEGRAR

Escolha a API quando:

  • A consulta precisa acontecer dentro de outro sistema
  • Existe alto volume de pesquisas
  • A empresa precisa receber dados em JSON
  • O retorno deve alimentar um motor de risco, CRM, ERP ou software próprio
  • A operação utiliza webhooks
  • A empresa precisa automatizar consultas e análises
Conhecer a API

As duas soluções fazem parte do mesmo ecossistema de dados. A principal diferença está na forma de acesso e no nível de automação.

11

Boas práticas para usar os resultados

Antes de realizar a consulta, a empresa deve definir:

  • A finalidade da verificação
  • Quem poderá acessar os dados
  • Em quais situações o resultado será relevante
  • Como os casos serão revisados
  • Por quanto tempo as informações serão armazenadas
  • Como possíveis erros ou divergências serão corrigidos

Além disso, o resultado não deve ser usado isoladamente. Um mandado pode apresentar diferentes modalidades, status e contextos.

Por isso, valide a identidade da pessoa, a situação da ordem e a relação da informação com a finalidade da análise.

12

Perguntas frequentes

É possível consultar mandado de prisão apenas pelo nome?

Sim. A JUDIT API aceita consultas pelo nome. Entretanto, a equipe precisa verificar possíveis homônimos antes de usar o resultado.

A consulta pode ser feita pelo CPF?

Sim. O CPF é um dos tipos de busca aceitos na consulta de mandados da JUDIT API.

O que é RJI?

RJI é o Registro Judiciário Individual atribuído à pessoa no BNMP. A JUDIT API também aceita esse identificador.

A API retorna o PDF do mandado?

Sim. Para solicitar o PDF, envie o parâmetro with_attachments com o valor true.

A consulta acontece em tempo real?

A consulta de mandados utiliza o fluxo assíncrono da JUDIT API. A requisição gera um identificador e o resultado pode ser recuperado posteriormente ou enviado por webhook.

É possível receber a resposta por webhook?

Sim. O payload pode incluir uma callback_url HTTPS para o recebimento da resposta.

A JUDIT também consulta execuções penais?

Sim. A JUDIT possui uma consulta específica de execuções penais, além da consulta de mandados de prisão.

A Plataforma permite exportar os resultados?

Sim. A JUDIT Plataforma permite exportar consultas e relatórios em CSV, Excel ou PDF, conforme os recursos disponíveis no plano utilizado.

CONSULTE OU INTEGRE

Leve dados processuais, cadastrais e criminais para sua operação.

Use a Plataforma para uma experiência no-code ou integre a API aos seus sistemas.