Quando uma empresa, um escritório de advocacia ou um departamento jurídico precisa consultar um processo, nem sempre basta acessar uma informação coletada anteriormente.
Em muitas situações, a equipe precisa saber o que consta nos sistemas dos tribunais no momento em que aquela informação se torna necessária.
É justamente nesse contexto que entra a consulta On Demand.
De forma simples, On Demand significa sob demanda. Portanto, no universo das consultas processuais, o conceito está relacionado à possibilidade de realizar uma busca quando surge a necessidade e, conforme o fluxo utilizado, consultar ou atualizar informações diretamente na fonte.
Na JUDIT, esse modelo ajuda empresas e profissionais a centralizar consultas processuais. Como resultado, as equipes reduzem a necessidade de pesquisar manualmente em diferentes portais de tribunais.
Mas, afinal, como funciona uma consulta On Demand? Quais pesquisas você pode realizar? E quando esse tipo de consulta faz sentido?
A seguir, explicamos.
Consulta On Demand é uma consulta realizada sob demanda. A partir da solicitação, o sistema pode buscar ou atualizar informações diretamente nos sistemas de origem.
Na prática, você solicita a informação quando precisa dela.
Em seguida, dependendo do tipo de consulta, a infraestrutura da JUDIT pode acessar os sistemas dos tribunais para localizar um processo ou obter informações mais recentes.
Assim, o principal diferencial está em dois pontos:
Portanto, o On Demand oferece uma alternativa especialmente relevante quando a atualidade dos dados influencia uma análise ou decisão.
Embora o funcionamento varie de acordo com o tipo de pesquisa, podemos resumir o fluxo em algumas etapas.
Primeiro, você insere o identificador relacionado à pesquisa.
Por exemplo, a consulta pode partir de um número CNJ, CPF, CNPJ ou OAB.
Em seguida, a infraestrutura da JUDIT identifica o fluxo adequado para aquela consulta e inicia o processamento.
Depois disso, conforme a modalidade utilizada, a JUDIT pode consultar informações disponíveis em sua infraestrutura ou buscar dados nos sistemas dos tribunais.
Por fim, a JUDIT organiza as informações encontradas e as disponibiliza de acordo com a solução utilizada, seja pela Plataforma JUDIT, seja por meio da API.
Dessa forma, empresas e profissionais conseguem concentrar a pesquisa processual em uma única infraestrutura.
Além disso, esse fluxo reduz etapas manuais e facilita a incorporação dos dados processuais às operações jurídicas e empresariais.
Não necessariamente.
Esse é um ponto importante para entender corretamente como o On Demand funciona.
Na consulta síncrona por número CNJ da JUDIT, por exemplo, o usuário pode definir uma janela de atualização dos dados.
Caso a JUDIT não encontre o processo em sua base ou identifique que as informações ultrapassaram o período configurado, ela pode iniciar uma nova coleta no tribunal.
Por outro lado, se a infraestrutura já possuir informações recentes dentro dos parâmetros estabelecidos, a JUDIT pode retornar esses dados sem iniciar uma nova coleta.
Além disso, outros fluxos On Demand podem pesquisar diferentes fontes e sistemas de tribunais.
Portanto, o conceito não significa que toda solicitação obrigatoriamente inicia uma nova busca na fonte.
On Demand é um modelo de consulta no qual você solicita a informação quando precisa dela e, conforme o fluxo utilizado, a JUDIT pode buscar ou atualizar os dados diretamente na fonte naquele momento.
Para entender melhor essa diferença, imagine uma fotografia de um processo.
Uma base de dados pode conter uma fotografia recente daquela ação. Nesse caso, essas informações podem atender perfeitamente a determinada necessidade.
Entretanto, depois dessa coleta, o tribunal pode registrar uma nova movimentação, decisão ou outra atualização.
Consequentemente, a fotografia anterior pode deixar de representar o estado mais atual daquele processo.
Nesse sentido, cada modelo de consulta atende a um objetivo diferente.
Nesse modelo, a pesquisa utiliza informações que a infraestrutura já coletou anteriormente.
Por isso, essa alternativa pode fazer sentido para operações que precisam analisar grandes volumes de dados e não exigem uma nova consulta à fonte a cada solicitação.
Além disso, como os dados já estão disponíveis na infraestrutura, esse modelo atende diferentes cenários de pesquisa e processamento em escala.
Por outro lado, no On Demand existe uma necessidade específica de consulta naquele momento.
Além disso, conforme a modalidade utilizada, a JUDIT pode buscar ou atualizar informações diretamente nos sistemas de origem.
Assim, o On Demand ganha relevância principalmente quando a atualidade da informação exerce um papel importante na análise.
Portanto, os dois modelos atendem a necessidades diferentes.
A escolha deve considerar fatores como:
Por isso, mais do que perguntar qual modalidade é melhor, vale considerar:
Quão atual essa informação precisa estar para a decisão que será tomada?
A resposta ajuda a identificar o modelo de consulta mais adequado para cada operação.
A JUDIT permite realizar diferentes tipos de pesquisa processual.
Entre os principais identificadores estão:
Ideal para consultar um processo específico.
Pode ajudar a localizar processos relacionados a uma pessoa física.
Permite pesquisar processos relacionados a uma pessoa jurídica.
Pode ajudar a localizar processos relacionados à atuação de determinado advogado.
Além disso, determinados fluxos também permitem pesquisas por nome.
Cada identificador atende a uma necessidade diferente. Por isso, escolher corretamente o ponto de partida ajuda a tornar a busca mais precisa.
A seguir, veja exemplos.
Quando você já conhece o processo que deseja pesquisar, o número CNJ oferece um dos caminhos mais diretos.
O Conselho Nacional de Justiça estabeleceu uma numeração única para padronizar a identificação dos processos judiciais brasileiros.
Assim, ao informar o número CNJ, você direciona a consulta para um processo específico.
Na JUDIT, a pesquisa por CNJ permite acessar informações relacionadas àquela ação.
Além disso, dependendo do fluxo utilizado, a JUDIT pode iniciar uma nova coleta no tribunal quando não encontra os dados ou quando as informações ultrapassam a janela de atualização definida.
Imagine que um departamento jurídico receba o número CNJ de uma ação e precise verificar as informações disponíveis antes de realizar uma análise.
Em um processo manual, o profissional precisaria identificar o tribunal responsável, acessar o portal correspondente, localizar a área de consulta e, depois, pesquisar o processo.
Com a JUDIT, por outro lado, a equipe consegue centralizar essa consulta.
Consequentemente, o profissional reduz etapas manuais e acessa os dados processuais dentro de um fluxo mais organizado.
Nem sempre quem realiza uma pesquisa conhece previamente os números dos processos relacionados a determinada pessoa.
Nesse cenário, o CPF pode funcionar como ponto de partida.
Na JUDIT, determinados tipos de consulta por CPF permitem localizar processos relacionados a uma pessoa física, de acordo com as fontes e informações disponíveis.
Assim, esse tipo de pesquisa ajuda principalmente quando o objetivo não envolve apenas um processo específico, mas sim a identificação de ações relacionadas ao documento pesquisado.
Considere uma empresa que realiza uma análise jurídica ou um processo de due diligence.
Nesse contexto, a organização pode precisar identificar ações relacionadas a determinada pessoa.
Em vez de realizar pesquisas separadas em vários portais, a empresa pode utilizar o CPF como identificador para iniciar a consulta.
Dessa forma, a equipe centraliza a pesquisa e organiza melhor o acesso às informações.
A mesma lógica também se aplica às pessoas jurídicas.
Por meio de um CNPJ, você pode pesquisar processos relacionados a determinada empresa.
Por isso, esse tipo de consulta pode apoiar diferentes situações, como:
Imagine que uma empresa esteja avaliando a contratação de um novo fornecedor estratégico.
Antes de tomar uma decisão, a organização pode querer compreender melhor o contexto jurídico daquela pessoa jurídica.
Nesse caso, a equipe pode utilizar o CNPJ como ponto de partida para localizar processos relacionados à empresa pesquisada.
Entretanto, é importante analisar os resultados com contexto.
A existência de um processo, isoladamente, não significa condenação, inadimplência ou responsabilidade.
Portanto, a equipe deve interpretar cada dado de acordo com a situação processual correspondente.
A JUDIT também permite utilizar o número de inscrição na OAB em determinados tipos de consulta.
Nesse caso, a pesquisa pode ajudar a localizar processos relacionados à atuação de determinado advogado.
Assim, a OAB funciona como outro ponto de partida para pesquisas processuais.
Uma área de inteligência jurídica pode, por exemplo, precisar analisar processos relacionados à atuação de determinado profissional.
Nesse cenário, a equipe pode utilizar o número da OAB para realizar a pesquisa.
Além disso, ao centralizar a consulta, a empresa reduz o trabalho que normalmente faria ao pesquisar separadamente nos sistemas dos tribunais.
Sim. Determinados fluxos da JUDIT também permitem realizar pesquisas por nome.
Entretanto, existe um ponto de atenção.
O nome não funciona necessariamente como um identificador único.
Afinal, duas ou mais pessoas podem ter nomes iguais ou muito semelhantes.
Por isso, quando houver um documento disponível, identificadores como CPF ou CNPJ tendem a oferecer um ponto de partida mais preciso.
Consequentemente, a pesquisa por nome pode ser útil em alguns cenários, mas exige atenção à possibilidade de homônimos.
Os dados disponíveis variam conforme o produto, a modalidade de consulta, o processo pesquisado e as informações que a fonte oferece.
De modo geral, uma consulta processual pode trazer informações como:
Além disso, a forma de acesso muda conforme a necessidade da operação.
Na Plataforma JUDIT, por exemplo, profissionais e equipes conseguem visualizar as informações em uma interface centralizada.
Já as empresas que precisam incorporar dados processuais aos próprios produtos, softwares ou operações podem utilizar a API da JUDIT.
Dessa maneira, a mesma infraestrutura atende tanto consultas individuais quanto operações automatizadas e de maior escala.
O Judiciário brasileiro reúne diferentes tribunais, sistemas e portais.
Embora a numeração CNJ padronize a identificação dos processos nacionalmente, as informações continuam distribuídas entre diferentes órgãos e ambientes digitais.
Consequentemente, uma pesquisa manual pode exigir diversas etapas.
Dependendo do caso, o profissional precisa:
Além disso, conforme o volume de consultas aumenta, esse processo tende a consumir cada vez mais tempo da equipe.
Por isso, a centralização pode trazer mais eficiência para a operação.
Com a JUDIT, empresas e profissionais utilizam uma única infraestrutura para acessar informações processuais de diferentes tribunais.
Assim, a organização reduz a necessidade de manter fluxos separados para cada portal.
Além disso, as equipes conseguem integrar a consulta processual aos próprios processos internos de forma mais estruturada.
A consulta On Demand ganha relevância principalmente quando a atualidade da informação importa para a decisão que a equipe precisa tomar.
Nesse sentido, diferentes situações podem justificar uma consulta sob demanda.
Antes de elaborar um parecer ou tomar uma decisão, uma equipe pode precisar verificar informações recentes relacionadas a determinado processo.
Assim, a consulta On Demand pode apoiar uma análise baseada em dados mais atuais.
Durante uma due diligence, profissionais podem precisar analisar processos relacionados a pessoas físicas ou jurídicas envolvidas na operação.
Nesse cenário, a possibilidade de pesquisar informações conforme a necessidade pode tornar o fluxo mais eficiente.
Áreas de compliance também podem incorporar consultas processuais aos seus procedimentos de análise e validação.
Dessa forma, a consulta passa a fazer parte de um processo mais amplo de avaliação.
Informações processuais também podem complementar outros dados utilizados em análises de risco.
Por isso, a consulta pode contribuir como uma fonte adicional de informação para a tomada de decisão.
Antes de contratar ou homologar um fornecedor, uma empresa pode incluir a análise processual em seu fluxo interno.
Assim, o time acessa informações que ajudam a construir uma visão mais completa sobre a empresa analisada.
Quando a equipe já conhece o número CNJ, ela pode direcionar a pesquisa ao processo desejado.
Nesse caso, a consulta ajuda a centralizar o acesso às informações daquela ação.
Portanto, em todos esses cenários, uma pergunta ajuda a orientar a escolha:
Quão atual essa informação precisa estar para apoiar a decisão?
A resposta indica se um fluxo On Demand faz sentido para aquela operação.
Com a JUDIT, o processo começa pelo identificador que você deseja pesquisar.
Por exemplo:
CNJ: para consultar um processo específico.
CPF: para pesquisar processos relacionados a uma pessoa física.
CNPJ: para pesquisar processos relacionados a uma empresa.
OAB: para localizar processos relacionados à atuação de um advogado.
Em seguida, a infraestrutura da JUDIT processa a solicitação conforme o tipo de consulta escolhido.
Depois disso, dependendo do fluxo, a JUDIT pode utilizar informações disponíveis em sua infraestrutura ou buscar dados nos sistemas dos tribunais.
Por fim, a JUDIT estrutura e disponibiliza os dados conforme a solução utilizada.
Assim, empresas e profissionais conseguem realizar consultas processuais sem depender do acesso manual a cada tribunal.
Além disso, as equipes podem incorporar essas informações aos próprios fluxos jurídicos, de risco, compliance ou análise.
A melhor forma de realizar a consulta depende principalmente da maneira como sua operação pretende utilizar os dados.
A Plataforma JUDIT atende profissionais e equipes que desejam realizar consultas por meio de uma interface centralizada.
Dessa forma, o usuário consegue pesquisar informações processuais sem precisar desenvolver uma integração própria.
Além disso, a plataforma facilita o uso em operações que dependem da análise humana das informações encontradas.
Por outro lado, a API da JUDIT permite incorporar consultas processuais diretamente a sistemas, softwares e produtos.
Por exemplo, uma empresa pode integrar consultas a:
Assim, a consulta deixa de funcionar como uma tarefa isolada.
Em vez disso, ela passa a fazer parte do próprio fluxo operacional da empresa.
Consequentemente, organizações que realizam consultas em escala conseguem automatizar etapas e reduzir atividades manuais.
Para deixar o conceito ainda mais claro, veja alguns exemplos de aplicação.
Um advogado precisa verificar informações sobre um processo antes de uma análise.
Primeiro, ele informa o número CNJ. Em seguida, a JUDIT processa a consulta conforme o fluxo selecionado.
Assim, o profissional não precisa iniciar a pesquisa acessando manualmente o portal do tribunal.
Uma empresa precisa localizar processos relacionados a determinada pessoa durante uma análise.
Nesse caso, a organização utiliza o CPF como identificador para iniciar a busca.
Dessa forma, a equipe consegue centralizar a consulta em vez de pesquisar separadamente em diferentes fontes.
Durante a avaliação de um fornecedor, uma empresa deseja identificar processos relacionados à pessoa jurídica.
Para isso, a equipe utiliza o CNPJ como ponto de partida.
Em seguida, os dados encontrados podem complementar outras informações utilizadas na análise.
Uma equipe de inteligência jurídica deseja localizar processos relacionados à atuação de determinado advogado.
Nesse cenário, a consulta pode partir do número da OAB.
Assim, o time concentra a pesquisa em um fluxo mais organizado.
Esses exemplos mostram que o On Demand não se limita à consulta de um processo já conhecido.
Pelo contrário, dependendo da modalidade, a pesquisa também pode ajudar a localizar processos a partir de diferentes identificadores.
On Demand significa sob demanda.
No contexto processual, o termo se refere a uma consulta que acontece quando determinada informação se torna necessária.
Além disso, conforme o fluxo utilizado, a JUDIT pode buscar ou atualizar os dados nos sistemas de origem durante a solicitação.
Uma consulta On Demand pode envolver buscas nos sistemas dos tribunais durante a solicitação.
Entretanto, isso não significa que toda consulta obrigatoriamente inicia uma nova coleta.
Na JUDIT, determinados fluxos podem utilizar informações recentes que a infraestrutura já possui.
Por outro lado, quando necessário e conforme a modalidade escolhida, a JUDIT pode iniciar uma nova busca na fonte.
Portanto, é mais preciso definir o On Demand como uma consulta realizada sob demanda, com possibilidade de busca ou atualização na fonte durante o fluxo da solicitação.
Sim.
A JUDIT permite utilizar CPF em determinados tipos de consulta para localizar processos relacionados a uma pessoa física.
Assim, o documento pode funcionar como ponto de partida quando o número CNJ não está disponível.
Sim.
O CNPJ pode ser utilizado como identificador para pesquisar processos relacionados a uma pessoa jurídica.
Por isso, esse tipo de consulta pode apoiar diferentes fluxos empresariais.
Sim.
A JUDIT permite utilizar o número da OAB em determinados tipos de consulta para localizar processos relacionados à atuação de um advogado.
Nesse caso, você pode direcionar a consulta para o processo específico.
Como o número CNJ identifica uma ação judicial de forma padronizada, ele oferece um dos caminhos mais diretos para realizar a pesquisa.
Com a infraestrutura da JUDIT, a proposta é justamente centralizar o acesso aos dados processuais.
Dessa forma, profissionais e empresas reduzem a necessidade de pesquisar manualmente tribunal por tribunal.
De forma resumida, consulta On Demand é uma pesquisa realizada quando a informação se torna necessária.
No contexto processual, você inicia a solicitação sob demanda e, conforme o fluxo utilizado, a JUDIT pode buscar ou atualizar informações diretamente nos sistemas de origem.
Com a JUDIT, essas consultas podem partir de identificadores como CNJ, CPF, CNPJ e OAB.
Além disso, empresas podem escolher a forma de acesso mais adequada à própria operação, seja por meio da Plataforma JUDIT, seja pela integração com a API da JUDIT.
Assim, escritórios, departamentos jurídicos e empresas reduzem a dependência de pesquisas manuais em diferentes portais.
Consequentemente, as equipes conseguem centralizar o acesso aos dados processuais e incorporar essas informações aos próprios fluxos de trabalho.
Precisa consultar informações processuais sem acessar tribunal por tribunal?
Com a JUDIT, você pode realizar consultas por CNJ, CPF, CNPJ ou OAB e levar os dados processuais para o fluxo do seu escritório ou empresa.
Além disso, você pode escolher entre uma experiência pela Plataforma JUDIT ou integrar as consultas diretamente aos seus sistemas por meio da API.
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